Segmenta investe mais de R$ 70 milhões em parque fabril e já detêm 20% do mercado de Soluções Parenterais de Grande Volume (SPGVs) no Sistema Fechado
Empresa foi primeira a se preparar para desenvolver SPGVs no Sistema Fechado em bolsas e frascos de polipropileno
A Segmenta, fabricante de soros hospitalares e um dos grandes players do mercado atual, faturou R$ 55 milhões em 2008. Para 2009, com o impulso criado pela mudança do sistema de embalagens de soluções parenterais, a empresa espera obter um crescimento bastante significativo. Em busca da liderança do setor, em 2007 a companhia passou a atuar fortemente no mercado que movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano.
Para adequar-se à legislação, a Segmenta investiu mais de R$ 70 milhões no parque fabril em Ribeirão Preto (SP). A empresa é a primeira do país planejada especialmente para produzir Soluções Parenterais de Grande Volume em Sistema Fechado em bolsas e frascos de polipropileno. O processo de produção do material, de tecnologia alemã, é inédito no Brasil e referência no mundo.
Ao mesmo tempo em que promovia as adequações necessárias para atender às exigências da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que proibiu a comercialização de Soluções Parenterais de Grande Volume no sistema aberto, a empresa realizou um estudo para identificar se desenvolveria as soluções de sistema fechado em bolsas ou frascos, já que 80% do mercado trabalhava com frascos. A Segmenta decidiu inovar e se tornou a primeira do setor a trabalhar com bolsas e frascos. Hoje, a companhia tem capacidade para produzir aproximadamente 10 milhões de unidades por mês, o que corresponde a 20% do mercado.
De acordo com Wolney Alonso, Diretor de Marketing e Vendas da Segmenta, a mudança regulatória foi uma excelente oportunidade de elevar a produção de soros hospitalares no Brasil a novos patamares de qualidade, segurança e farmaeconomia. "Com o sistema fechado, os frascos e bolsas têm duas barreiras de proteção que não permitem o contato da solução com o ar ambiente durante o preparo, manuseio, introdução do equipo, administração do produto e adição de medicamentos. As bolsas e frascos no Sistema Fechado reduzem em até 55% o risco de infecção hospitalar por contaminação", completa Alonso.
Para se diferenciar e oferecer o que há de melhor no mercado, a empresa inovou e foi buscar o estado da arte do plástico para o mercado de SPGVs. Encontrou no polipropileno a densidade, transparência, flexibilidade e resistência adequadas para o envase de seus produtos. A pesquisa para encontrar o melhor material foi compensadora, pois possibilitou aos hospitais brasileiros optarem por bolsas e frascos de soluções parenterais com características bastante diferenciadas. Seu parque fabril totalmente automatizado atende às mais rígidas especificações internacionais de segurança e qualidade. A Segmenta possui a melhor estação de tratamento de água do Brasil, próxima ao aquífero Guarani.
"A Segmenta foi construída inicialmente pensando na solução parenteral de grande volume, pois havia um marco regulatório ao qual outros fabricantes nacionais e internacionais não se atentaram com tanta velocidade, mas não pretendemos parar por aí. Esperamos ter uma relação de troca com a ANAHP para oferecer produtos e soluções que possam ser utilizados neste meio. A nossa aposta é num Brasil que tenha menos infecções hospitalares e possua produtos de qualidade e tecnologia de ponta", afirma Alonso.
Apesar de atuar mais fortemente no mercado de soluções parenterais, a Segmenta também desenvolve linhas de saneantes e vislumbra oportunidades de fechar parcerias com produtores de materiais hospitalares. "Nós temos vários produtos em desenvolvimento na linha de saneantes e estamos avaliando outros negócios que possam ser sinérgicos às soluções que já oferecemos", finaliza Alonso.
Fonte: ANAHP (www.anahp.com.br)
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